O Homem do FMI: Uma História Mal Contada

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Você é um dos homens mais poderosos do mundo. Da sua palavra dependem negócios de bilhões de dólares e o destino das nações. Você está hospedado num hotel de luxo em Nova York, num quartinho de três mil dólares de diária, como convém à sua exaltada posição social; vai pegar um vôo para casa logo mais, acabou de tomar banho e ainda está nu como veio ao mundo, quando eis que adentra o seu quarto uma jovem camareira.
Você:
a) Diz “Pardon, Mademoiselle!”, e volta para o banheiro para pegar uma toalha, enquanto a moça se retira rapidamente;
b) Dá um berro de susto ao descobrir alguém num quarto que deveria estar vazio;
c) Dá uma bronca na camareira por entrar sem avisar;
d) Confunde a camareira com a garota de programa que convidou para uma visitinha;
e) Atira-se sobre a camareira, sem mais nem menos, e tenta estuprá-la.
Para mim, de todas as hipóteses, a última é a que parece menos provável. Estou de acordo com a maioria dos franceses. Também acho que o diretor do FMI está sendo vítima de uma conspiração. Qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento dos costumes norte-americanos sabe que mesmo a cantada mais inocente pode, nos Estados Unidos, ser tomada por assédio sexual; como é que um homem experiente vai arriscar a carreira por uma tentativa de estupro tão gauche? Um homem desarmado — qualquer homem desarmado — tentaria começar um estupro exigindo sexo oral? Numa boca cheia de dentes?! Sei que o mundo tem de tudo, mas curtir essa forma específica de prazer me parece perigosa além da conta.
Pela Teoria Conspiratória, há vários outros pontos por explicar. Os hotéis acima de uma estrela têm trancas e, do lado interno das portas, pequenos lembretes para que ninguém deixe de utilizá-las. Trancar a porta é, pois, segunda natureza de quem freqüenta hotel. Em muitos deles, também, a forma de acender as luzes e de “ligar” o quarto é enfiando a chave num aparelhinho junto ao interruptor. Com isso, ninguém precisa mais pendurar plaquinha de “Silêncio!” do lado de fora. Supondo, porém, que nesta suíte de três mil verdinhas não existam dispositivos que informem aos funcionários que os hóspedes estão no quarto, e que o nosso antiherói tenha esquecido de pendurar a tal plaquinha — como é que uma moça de 32 anos, em plena forma, se deixaria pegar por um sujeito de 62?  E mais: um francês tomaria banho antes de embarcar de volta para casa?!
O caso Strauss-Kahn é sem dúvida uma tragédia para os envolvidos, especialmente para o indigitado senhor Strauss-Khan, mas tem tal quantidade de elementos de farsa que parece encomendado para distrair a atenção dos leitores das notícias terríveis do cotidiano: um protagonista não muito simpático, uma pobre moça imigrante, uma situação sexual abominável que termina numa reviravolta inesperada. Ou muito me engano, ou ainda vira livro e filme, se é que já não está virando em algum lugar; a moça, se quiser e se tiver um mínimo de predicados (que há de ter, considerando-se a tresloucada ação que suscitou), vira capa da Playboy, com carimbo para o mundo rarefeito das celebridades.
Pelo lado sério, porém, há que se reconhecer um ponto inquestionável: se tudo ocorreu como alega a acusação, é um progresso sensacional ver um poderoso atrás das grades por atacar uma moça humilde. Há alguns anos – e mesmo hoje, em muitos cantos do planeta – ela seria demitida por criar caso para o doutor, que ainda iria embora do hotel com um pedido de desculpas da direção.
O mundo progride, apesar de tudo.
Por falar em hotel e em situações escabrosas: há alguns anos, fiquei hospedada num hotel que o jornal habitualmente usava, em São Paulo. Não tive tempo de fazer check-in quando cheguei do Rio, e fui direto para o evento que me esperava. Só voltei no fim da noite. Fiz registro, recebi uma chave e subi pro quarto.
Quando acendi a luz, um homem levantou-se de um pulo da cama, onde dormia. Ficamos parados feito dois idiotas, aos gritos, cada um mais assustado do que o outro. Fuji correndo para a recepção, onde dei uma bronca no moço do front-desk e exigi que ele me fosse comigo até o novo quarto – que, felizmente, estava vazio.
— Corta.
Passam-se uns meses, vou de novo a São Paulo e o jornal me hospeda no mesmo hotel — ao qual, novamente, só chego depois do jantar, que foi até tarde. No check-in, expliquei o que tinha me acontecido da última vez, e pedi para que, por favor, fossem mais cautelosos com as chaves. O rapaz do front-desk me olhou de banda e disse, peremptoriamente, que tal coisa nunca poderia acontecer no seu estabelecimento. Depois, fez questão de me mostrar o sistema de chaves e de fazer mil protestos de inocência hoteleira: baixaria daquelas, só na concorrência.
Dessa vez, escaldada, me aproximei do quarto com cuidado. Em vez de ir entrando sem mais nem menos, parei na porta para ouvir se vinha barulho lá de dentro. Tudo silencioso. Abri  devagarinho – e quase tive um ataque ao ver um moço japonês, pelado, usando um notebook. Ele me olhou perplexo. Em vez de ficar aos gritos, fechei a porta correndo, e voltei para a recepção, onde cheguei cuspindo marimbondo. O faxineiro, que limpava o hall e que já tinha ouvido o meu discurso na chegada, não se conteve, e caiu na gargalhada.
Mais tarde, contando a história para a Isa, secretária da redação, ainda tive que ouvir gracinhas dos colegas:
— Puxa, você está dispensando quarto com homem? Tá podendo!
— Olha, Isa, quando eu for a São Paulo, quero ficar nesse hotel da Cora…!
* suspiro *
(O Globo, Segundo Caderno, 19.5.2011)

O Caseiro do Piauí e a Camareira da Guiné

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Mais um e-mail recebido:

Nascido no Piauí, Francenildo Costa era caseiro em Brasília. Em 2006, depois de confirmar que Antonio Palocci frequentava regularmente a mansão que fingia nem conhecer, teve o sigilo bancário estuprado a mando do ministro da Fazenda.

Nascida na Guiné, Nafissatou Diallo mudou-se para Nova York em 1998 e é camareira do Sofitel há três anos. Domingo passado, enquanto arrumava o apartamento em que se hospedava Dominique Strauss-Kahn, foi estuprada pelo diretor do FMI e candidato à presidência da França.

Consumado o crime em Brasília, a direção da Caixa Econômica Federal absolveu liminarmente o culpado e acusou a vítima de ter-se beneficiado de um estranho depósito no valor de R$ 30 mil. Francenildo explicou que o dinheiro fora enviado pelo pai. Por duvidar da palavra do caseiro, a Polícia Federal resolveu interrogá-lo até admitir, horas mais tarde, que o que disse desde sempre era verdade.

Consumado o crime em Nova York, a direção do hotel chamou a polícia, que ouviu o relato de Nafissatou. Confiantes na palavra da camareira, os agentes da lei descobriram o paradeiro do hóspede suspeito e conseguiram prendê-lo dois minutos antes da decolagem do avião que o levaria para Paris – e para a impunidade perpétua.

Até depor na CPI dos Bingos, Francenildo, hoje com 28 anos, não sabia quem era o homem que vira várias vezes chegando de carro à “República de Ribeirão Preto”. Informado de que se tratava do ministro da Fazenda, esperou sem medo a hora de confirmar na Justiça o que dissera no Congresso. Nunca foi chamado para detalhar o que testemunhou. Na sessão do Supremo Tribunal Federal que julgou o caso, ele se ofereceu para falar. Os juízes se dispensaram de ouvi-lo. Decidiram que Palocci não mentiu e engavetaram a história.

Depois da captura de Strauss, a camareira foi levada à polícia para fazer o reconhecimento formal do agressor. Só então descobriu que o estuprador é uma celebridade internacional. A irmã que a acompanhava assustou-se. Nafissatou, muçulmana de 32 anos, disse que acreditava na Justiça americana. Embora jurasse que tudo não passara de sexo consensual, o acusado foi recolhido a uma cela.

Nesta quinta-feira, Francenildo completou cinco anos sem emprego fixo. Palocci completou cinco dias de silêncio: perdeu a voz no domingo, quando o país soube do milagre da multiplicação do patrimônio. Pela terceira vez em oito anos, está de volta ao noticiário político-policial.

Enquanto se recupera do trauma, a camareira foi confortada por um comunicado da direção do hotel: “Estamos completamente satisfeitos com seu trabalho e seu comportamento”, diz um trecho. Nesta sexta-feira, depois de cinco noites num catre, Strauss pagou a fiança de 1 milhão de dólares para responder ao processo em prisão domiciliar. Até o julgamento, terá de usar uma tornozeleira eletrônica.

Livre de complicações judiciais, Palocci elegeu-se deputado, caiu nas graças de Dilma Rousseff e há quatro meses, na chefia da Casa Civil, faz e desfaz como primeiro-ministro. Atropelado pela descoberta de que andou ganhando pilhas de dinheiro como traficante de influência, tenta manter o emprego. Talvez consiga: desde 2003, não existe pecado do lado de baixo do equador. O Brasil dos delinquentes cinco estrelas é um convite à reincidência.

Enlaçado pelo braço da Justiça, Strauss renunciou à direção do FMI, sepultou o projeto presidencial e é forte candidato a uma longa temporada na gaiola. Descobriu tardiamente que, nos Estados Unidos, todos são iguais perante a lei. Não há diferenças entre o hóspede do apartamento de 3 mil dólares por dia e a imigrante africana incumbida de arrumá-lo.

Altos Companheiros do PT, esse viveiro de gigolôs da miséria, recitam de meia em meia hora que o Grande Satã ianque é o retrato do triunfo dos poderosos sobre os oprimidos. Lugar de pobre que sonha com o paraíso é o Brasil que Lula inventou. Colocados lado a lado, o caseiro do Piauí e a camareira da Guiné gritam o contrário.

Se tentasse fazer lá o que faz aqui, Palocci teria estacionado no primeiro item do prontuário. Se escolhesse o País do Carnaval para fazer o que fez nos Estados Unidos, Strauss só se arriscaria a ser convidado para comandar o Banco Central. O azar de Francenildo foi não ter tentado a vida em Nova York. A sorte de Nassifatou foi ter escapado de um Brasil que absolve o criminoso reincidente e castiga quem comete o pecado da honestidade.

Autor: desconhecido

A Nossa Liberdade !

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Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à luz do dia, já dura 26!
Fala-se muito em liberdade! Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos, violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas, crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e seqüestros. Uma terra em que a família não é valor, onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos, patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado, indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “micoondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência pacífica do contraventor e com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras destruídas e o gado dizimado!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a indignação nos traga de volta a vergonha, a auto estima e a própria dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

Paulo Chagas
Águas Claras, Brasília /DF

O Cabeleireiro

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(com certeza esse fato é verídico)

Certo dia um florista foi ao cabeleireiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao cabeleireiro o valor do serviço e o cabeleireiro repondeu:
– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o cabeleireiro disse:
– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o cabeleireiro disse:
– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.

Essa história ilustra bem a grande diferença entre os cidadãos do nosso país e os políticos que o administram.

POLÍTICOS E FRALDAS DEVEM SER TROCADOS COM FREQÜÊNCIA. (SEMPRE PELO MESMO MOTIVO!!!)

Mario Sergio Cortella – Sabe Com Quem Voce Está Falando?

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Professor Sérgio Nogueira comenta polêmico livro aprovado pelo MEC

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Nóis Fumu Mais Nóis Nun Vai Vortá

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por Gilnei Moraes

Cerca de um ano atrás eu estava no Brasil e vi uma reportagem na televisão em que dois lingüistas afirmavam que as regras de português não são mais regras em si, mas, sim, meras sugestões de como falar e escrever.

Como exemplo citaram como aceitáveis termos como “menas”, “propiedade” e o fim do plural e da concordância verbal. Afirmavam, eles, que a língua é dinâmica e fixar regras limita a liberdade de expressão, promove a discriminação cultural e a própria evolução da língua dificultando a comunicação.

Claro que fiquei estarrecido ante tanta ignorância e cria este descalabro nunca ter eco.

Eis que, agora, o Jornal Nacional, da Globo, anuncia que o próprio Ministério da Educação adotou um livro de uma senhora chamada Heloisa Cerri Ramos em que reafirma isso: a língua portuguesa falada no Brasil não pode nem será limitada por nenhuma regra.

Ainda, segundo ela, a escola deve potencializar o conhecimento prévio do aluno e não impor comportamento nem uma realidade nova que não se conecta ao meio em que ele vive.   Deve ser algo como se o aluno  já chegasse na escola pronto, sabendo tudo o que precisa saber, que o que aprendeu na rua já é o suficiente!

Está instalada a Torre de Babel e a derrocada da cultura.

O principal motivo desta senhora, agora avalizada pelo Ministério, é proporcionar que cada grupo social fale e escreva como queria e entenda ser melhor. Teremos, então, logicamente, uma língua para cada grupo e, em um futuro bem próximo, toda a sociedade brasileira dividida e sem identidade una.

Não é nem um pouco difícil imaginar que você tentará conversar com o porteiro do seu prédio e um não entenderá o outro, as palavras terão sonoridade e significados diferentes; tentará comunicar um crime a um policial e ele, que não é do seu grupo, falará algo que nem de leve se assemelhará ao que você conhece. Não é exagero, apenas uma questão de tempo.

Outro projeto no horizonte é o que recomendará que os dicionários não sejam mais incentivados nas escolas, exatamente porque impõem significados, e imposição é contrária ao desenvolvimento dos alunos e da língua.

A Lei nº 10.639, promulgada em 2003, que tornou obrigatório o ensino da História da África e da cultura afro-brasileira na educação básica.

O Brasil é um país que se formou do encontro de diversos grupos étnico-raciais: o índio, o negro, o europeu, o asiático, mas somente a cultura africana é que importa, somente a história do continente africano é tido como relevante. Nem mesmo a história da América do Sul, onde vivemos, tem relevância!

Entendo bem que recém tivemos um presidente semi-analfabeto, averso à regras de educação e respeito humano, que via livro um “saco” e na figura do professor um repudiante ser autoritário, mas ele se foi, esta era negra da incultura teria que ter acabado com o fim de seu reinado de atentados contra o intelecto.

Mas não.

O que denota é uma postura política de poder, nada a ver com compromisso de futuro da nação. O sentido único é a manutenção do poder em que se pode resumir apenas em “dividir e conquistar”.

Estamos vendo dia a dia a sociedade brasileira se fragmentar em grupos incomunicáveis: os negros, os homossexuais, os residentes de favelas… grupos sociais se antagonizando em lutas separatistas que nunca foram relevantes antes, uma guerra de interesses que vinha naturalmente se equalizando, sem traumas, sem animosidades, pela dinâmica da evolução.

Retiram armas da população e não desarmam o crime organizado.

Agora propõem que policiais somente portem armas mediante autorização judicial caso a caso. Traficantes de drogas são acenados com a descriminalização.

O que isso tudo significa?

Simples, tudo de acordo com a cartilha de Lenin: confundir e dividir.
Se você confunde, a sua palavra é que se torna a referência, somente a sua verdade é que vale; se você divide, pode falar a cada grupo uma mensagem específica que se adéqüe a ela.   É  forma de “agradar a Gregos e Troianos” mantendo uma falsa cumplicidade com todos e lealdade com ninguém.

A atenção popular maior fica por conta da insegurança, da violência nas ruas, do medo de um para com outro, enquanto tudo o mais perde qualquer prioridade de importância.   Estranhos não falam com estranhos e acabam mantendo a comunicação apenas com um seleto grupo de sua confiança – e expressões idiomáticas, novos significados para as palavras nasce.

Bem sórdido, maquiavélico, não é?   Mas é a realidade que vem acontecendo há tempo, bem no nosso nariz.

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