Outdoor em Jaraguá do Sul (SC)

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O outdoor colocado na Rua Olívio Domingos Brugnago, no bairro Vila Nova, em Jaraguá, demonstra a indignação sobre a proposta de aumento do número de vereadores na Câmara.

Rua Olívio Domingos Brugnago

Na Ilha da Figueira, bairro de Jaraguá do Sul, foi colocado o outdoor abaixo:

Ilha da Figueira

E finalmente…

Professor

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Poda Radical das Árvores Urbanas de Petrópolis

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CCMEF (Contribuição dos Corruptos Municipais, Estaduais e Federais)

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Não há como deixar de transcrever o artigo de Ruth de Aquino publicado com o título desta postagem na revista ‘Época’ desta semana. A sugestão dela para a criação da CCMEF (Contribuição dos Corruptos Municipais, Estaduais e Federais) é muito criativa.

Vale a pena ler seu artigo:

Dilma está certa. É urgente. Em lugares remotos do Brasil, hospitais públicos são mais centros de morte que de cura. Não é possível “fazer mágica” para melhorar a saúde, afirmou Dilma. Verdade. De onde virá a injeção de recursos? A presidente insinuou que vai cobrar de nós, pelo redivivo “imposto do cheque”. Em vez de tirar a CPMF da tumba, sugiro criar a CCMEF: Contribuição dos Corruptos Municipais, Estaduais e Federais.

A conta é básica. A Saúde perdeu R$ 40 bilhões por ano com o fim da CPMF, em 2007. As estimativas de desvio de verba pública no Brasil rondam os R$ 40 bilhões por ano. Empatou, presidente. É só ter peito para enfrentar as castas. Um país recordista em tributação não pode extrair, de cada cheque nosso, um pingo de sangue para fortalecer a Saúde. Não enquanto o governo não cortar supérfluos nem moralizar as contas.

Uma cobrança de 0,38% por cheque é, segundo as autoridades, irrisória diante do descalabro da Saúde. A “contribuição provisória” foi adotada por Fernando Henrique Cardoso em 1996 e se tornou permanente. O Lula da oposição dizia que a CPMF era “um roubo”, uma usurpação dos direitos do trabalhador. Depois, o Lula presidente chamou a CPMF de “salvação da pátria”. Tentou prorrogar a taxação, mas foi derrotado no Congresso.

A CPMF é um imposto indireto e pernicioso. Pagamos quando vamos ao mercado e mesmo quando pagamos impostos. É uma invasão do Estado nas trocas entre cidadãos. Poderíamos dizer que a aversão à CPMF é uma questão de princípio.

Mas é princípio, meio e fim. Não é, presidente?

“Não sou a favor daquela CPMF, por conta de que ela foi desviada. Por que o povo brasileiro tem essa bronca da CPMF? Porque o dinheiro não foi para a Saúde”, afirmou Dilma. E como crer que, agora, não haverá mais desvios?

Como acreditar? O Ministério do Turismo deu, no fim do ano passado, R$ 13,8 milhões para uma ONG treinar 11.520 pessoas. A ONG foi criada por um sindicalista sem experiência nenhuma com turismo. Como acreditar? A Câmara dos Deputados absolveu na semana passada Jaqueline Roriz, apesar do vídeo provando que ela embolsou R$ 50 mil no mensalão do DEM.

Como acreditar? Os ministros do STF exigem 14,7% de aumento para passar a ganhar mais de R$ 30 mil. Você terá reajuste parecido neste ano? O orçamento do STF também inclui obras e projetos, como a construção de um prédio monumental para abrigar a TV Justiça. É prioridade?

O Congresso gasta, segundo a organização Transparência Brasil, R$ 11.545 por minuto. O site Congresso em Foco diz que cada um de nossos 513 deputados federais custa R$ 99 mil por mês. Cada um dos 81 senadores custa R$ 120 mil por mês. São os extras. E o Tiririca ainda não descobriu o que um deputado federal faz.

“É sério. Vamos ter de discutir de onde o dinheiro vai sair (para a Saúde).”

Tem razão, presidente. Mas, por favor, poupe-nos de seu aspirador seletivo.

A senhora precisa mesmo de 39 ministérios consumindo bilhões? Aspire os bolsos gordos da turma do Novais, do Roriz, do Sarney. Apele à consciência cívica dos políticos e juí­zes que jamais precisaram do Sistema Único de Saúde.

Vamos criar o mensalão da Saúde.
Um mensalão do bem, presidente. Corruptos que contribuírem serão anistiados. ONGs fantasmas, criadas com a ajuda de ministros & Cia., terão um guichê especial para suas doações.
O pessoal que já faturou por fora com a Copa está convocado a dar uns trocados para a Saúde.

Enfiar goela abaixo dos brasileiros mais um imposto, nem com anestesia. Um dia nossos presidentes entenderão o que é crise de governabilidade. Não é a revolta dos engravatados em Brasília nem a indignação dos corredores e gabinetes.
A verdadeira crise de poder acontece quando o povo se cansa de ser iludido.

Os árabes descobriram isso tarde demais.
Deitavam-se em sofás de sereias de ouro, cúmulo da cafonice.
Eles controlavam a mídia, da mesma forma que os companheiros do PT estão tentando fazer por aqui.
Não deu certo lá. Abre o olho, presidente.

OBS:
Veio da presidência da república a ordem expressa para a recriação do “imposto do cheque” ou assemelhado. Os “trabalhos” nas duas casas legislativas para ressuscitar esse assalto aos nossos bolsos estão de vento em popa. Virá como um petardo sobre os contribuintes extorquidos diariamente pelos impostos imorais que já pagamos. Se não houver mobilização por parte da sociedade seremos engulidos por essa imoralidade que nos desrespeita e agride como um chute em nosso traseiro.

Chega de roubalheira custeada com os nossos impostos.

Gastos com Dinheiro Público para Propaganda da Copa

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GASTOS COM DINHEIRO PÚBLICO PARA PROPAGANDA DA COPA-2014 NO RIO DE JANEIRO

1. No dia 30 de julho de 2011,  houve um ato político de propaganda e lançamento dos grupos eliminatorios da copa do mundo, no salão de festas da marina da Gloria, na cidade do Rio de janeiro.

2. O ato durou aproximadamente três horas, teve ampla cobertura do jornal nacional e da midia burguesa brasileira. Participaram dele, a Presidenta Dilma Roussef, o presidente da FIfa, o governador do Rio de Janeiro, Sergio Cabral, o prefeito, o Ministro dos esportes,  o todo poderoso presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e artistas globais que se revesavam entre chefes de cerimônia e apresentações culturais.

3. Tudo isso, para anunciar os grupos da copa.  Apenas isso.
4. Custo do evento: 30 milhões de reais. Quem pagou?  15 milhões foram pagos pela prefeitura do Rio de Janeiro, e 15 milhões de reais pelo Governo do estado do Rio de Janeiro.

5. Vejam alguns gastos que foram feitos com esses recursos, em tão pouco tempo:
a) O aluguel do espaço na Marina da Gloria, por um dia:  3,7 milhões de reais
b) aluguel de 70 cadeiras com braço, que não havia no local: 204 reais por cadeira, pelo tempo de meio dia!
c)  A diretora que coordenou e planejou o evento: recebeu 54 mil reais.
d)  Os artistas e convidados cobraram para ir  416 mil reais.
e) O assistente geral da coordenadora recebeu 11 mil reais.
f) uma arquiteta junior (não se sabe para que obra?) recebeu  22,5 mil reais
g) O coordenador de chegadas e saídas, que fica anotando na entrada:  4 mil reais.
h) O diretor de TV, imprensa e assessoria juridica, cobrou 142 mil por esse brilhante trabalho.
i) cenografia do local: custo 2,24 milhões (aqueles baners, cartazes, etc)
j)  transportes dos artistas, de suas casas e hoteis ate o local:  112 mil reais.
l) Custo da produção do evento (?): 1,716 milhões
m) motorista, coitado, recebeu apenas 3,6 mil por um dia de trabalho.

6. Tudo isso pago com dinheiro público e sem nenhuma licitação, pois o evento era sui generis, excepcional,  e poucas pessoas teriam capacidade no Brasil para organizá-lo.

7. A Justificativa: seria transmitido para todo mundo.

8.  Agora: fique tranquilo. Qual foi a empresa prestadora de serviços que recebeu os trinta milhões de reais, de dinheiro público e aplicou daquela maneira acima?  A empresa  GEO EVENTOS.  Proprietários da empresa: rede Globo de televisão e a RBS (associada da globo no RS).

Por meio de nota, a empresa GEO EVENTOS explicou ao jornalista: “os valores dos serviços foram estabelecidos na proposta, que previu a remuneração padrão, dentro dos preços de mercado e foram correspondentes aos prazos e complexidade das operações da produção. A apresentação da documentação e prestação de contas ocorreu dentro do modelo dos eventos patrocinados pela Prefeitura e Governo do estado do Rio de Janeiro.”
Por tudo isso, a rede Globo se cala diante dos descalabros do Ricardo Teixeira.  E eles todos tem alguma moral, de ficar exigindo rigor no uso dinheiro público? e ficar cobrindo passeatas da classe média com vassouras que nunca usaram,  clamando contra a corrupção?  Corrupção de quem?

(Fonte: a partir de matéria publicada no jornal Estado de São Paulo, dia  30 de setembro de 2011, assinada pelo jornalista Tiago Rogero, da sucursal do Rio de Janeiro, com o titulo “Custo com pessoal no sorteio da copa”- caderno de esportes.  E claro, sem muito destaque…)

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Vamos lançar uma proposta ao Ilmº Governador e demais politicos: Troquem seus salários pelos salários dos professores e façam seu trabalho por gosto!

Fonte: Coluna do Neno, Caderno 3, 16/08/2011