Arnaldo Jabor fala dos 9 anos de corrupção institucionalizada

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Nossos Governantes

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Desafio o governo e seus 60 intelectuaizinhos de estimação, os partidos de esquerda, o dr. Baltasar Garzón e todos os camelôs de direitos humanos a provar que qualquer das afirmações seguintes não corresponde aos fatos:

  1. Todos os militantes de esquerda mortos pela repressão à guerrilha eram pessoas envolvidas de algum modo na luta armada. Entre as vítimas do terrorismo, ao contrário, houve civis inocentes, que nada tinham a ver com a encrenca.
  2. Mesmo depois de subir na vida e tomar o governo, tornando-se poderosos e não raro milionários, os terroristas jamais esboçaram um pedido de perdão aos familiares dessas vítimas, muito menos tentaram lhes dar alguma compensação moral ou material.
    Nada, absolutamente nada, sugere que algum dia tenham sequer pensado nessas pessoas como seres humanos; no máximo, como detalhes irrisórios da grande epopéia revolucionária. Em contrapartida, querem que a opinião pública se comova até às lágrimas com o mal sobrevindo a eles próprios em retaliação pelos seus crimes, como se a violência sofrida em resposta à violência fosse coisa mais absurda e chocante do que a morte vinda do nada, sem motivo nem razão.
  3. Bradam diariamente contra o crime de tortura, como se não soubessem que aprisionar à força um não-combatente e mantê-lo em cárcere privado sob constante ameaça de morte é um ato de tortura, ainda mais grave, pelo terror inesperado com que surpreende a vítima, do que cobrir de pancadas um combatente preso que ao menos sabe por que está apanhando.
    Contrariando a lógica, o senso comum, os Dez Mandamentos e toda a jurisprudência universal, acham que explodir pessoas a esmo é menos criminoso do que maltratar quem as explodiu.
  4. Mesmo sabendo que mataram dezenas de inocentes, jamais se arrependeram de seus crimes. O máximo de nobreza que alcançam é admitir que a época não está propícia para cometê-los de novo – e esperam que esta confissão de oportunismo tático seja aceita como prova de seus sentimentos pacíficos e humanitários.
  5. Consideram-se heróis, mas nunca explicaram o que pode haver de especialmente heróico em ocultar uma bomba-relógio sob um banco de aeroporto, em aterrorizar funcionárias de banco esfregando-lhes uma metralhadora na cara, em armar tocaia para matar um homem desarmado diante da mulher e do filho ou em esmigalhar a coronhadas a cabeça de um prisioneiro amarrado – sendo estes somente alguns dos seus feitos presumidamente gloriosos.
  6. Dizem que lutavam pela democracia, mas nunca explicaram como poderiam criá-la com a ajuda da ditadura mais sangrenta do continente, nem por que essa ditadura estaria tão ansiosa em dar aos habitantes de uma terra estrangeira a liberdade que ela negava tão completamente aos cidadãos do seu próprio país.

  7. Sabem perfeitamente que, para cada um dos seus que morria nas mãos da polícia brasileira, pelo menos 300 eram mortos no mesmo instante pela ditadura que armava e financiava a sua maldita guerrilha.
    Mas nunca mostraram uma só gota de sentimento de culpa ante o preço que sua pretensa luta pela liberdade custou aos prisioneiros políticos cubanos.

Desses sete fatos decorrem algumas conclusões incontornáveis.
Esses homens têm uma idéia errada, tanto dos seus próprios méritos quanto da insignificância alheia.
Acham que surrar assassinos é crime hediondo, mas matar transeuntes é inócuo acidente de percurso (e recusam-se, é claro, a aplicar o mesmo atenuante às mortes de civis em tempo de guerra, se as bombas são americanas).
São hipersensíveis às suas próprias dores, mesmo quando desejaram o risco de sofrê-las, e indiferentes à dor de quem jamais a procurou nem mereceu.
Procedem, em suma, como se tivessem o monopólio não só da dignidade humana, mas do direito à compaixão.
Qualquer tratado de psiquiatria forense lhes mostrará que esse modo de sentir é característico de criminosos sociopatas, ególatras e sem consciência moral.

Não tenham ilusões.

Olavo de Carvalho, filósofo

Entrevista Extemporânea

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Cel Silvio Gama

Eu estava, sexta-feira passada, na sede da Academia Alagoana de Letras, durante o velório no qual pranteávamos o falecimento do confrade Ib Gato Falcão e, contava a um grupo de amigos que ele gostava de me chamar de general, em tom de brincadeira, pensando que a promoção me agradava.

Nesta ocasião, um jornalista que fazia a cobertura do velório dirigiu-se a mim e comentou:
– Professor, tenho acompanhado sua vida literária e nunca soube que o senhor pertence ao Exército. Aproveitando a oportunidade e porque o acho perfeitamente integrado à vida civil, desejo saber como o senhor
vê a Revolução de 1964.

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A Esquerda Caviar

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Por Rodrigo Constantino (economista) – O GLOBO – 04 Set 2012

O Rio é vítima de uma verdadeira praga: a “esquerda caviar”, formada por parte da elite financeira e cultural do país. Seus membros posam de altruístas enquanto louvam ditadores sanguinários como Fidel Castro. Do conforto de seus apartamentos em Paris, porque ninguém é de ferro.

Roberto Campos fez um diagnóstico preciso da árvore genealógica da turma, ao afirmar que “trata-se de filhos de Marx numa transa adúltera com a Coca-Cola”. Somente isso pode explicar a esquizofrenia de nossos artistas e intelectuais de esquerda, que admiram o socialismo, mas adoram também três coisas que só o capitalismo sabe dar: “Bons cachês em moeda forte, ausência de censura e consumismo burguês”.

Um cínico poderia dizer que a hipocrisia é útil. Aproximando-se do poder, esses intelectuais conseguem privilégios e mamatas. A Petrobras, por exemplo, destinou a bagatela de R$ 652 milhões para patrocínios culturais entre 2008 e 2011. É uma montanha de dinheiro capaz de testar a integridade até mesmo de um santo!

Mas não creio ser apenas isso. Acredito que um dos fatores tem ligação com o sentimento de culpa dessa elite. E convenhamos: nada como uma elite culpada tentando expiar seus “pecados”.

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Direito do Idoso (+ de 60)

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Tome conhecimento, de um direito do idoso que todos devemos conhecer e divulgar pois, nem os hospitais, nem os planos de saúde divulgam.

De acordo com o Art. 16, Capítulo IV, da Lei nº 10.741, de 1º de outubro de 2003 (Estatuto do Idoso):

“Ao idoso internado ou em observação é assegurado o direito a acompanhante, devendo o órgão de saúde proporcionar as condições adequadas para a sua permanência em tempo integral, segundo critério médico.”

Gente, nestas “condições adequadas” está incluído: o pernoite e as três refeições. Independe do plano de saúde contratado pois está na lei.

Recebi orientação de uma advogada que entende do assunto. Dois idosos conhecidos conseguiram o benefício apenas falando com o hospital e o plano de saúde. Eles cederam logo porque sabem que é um direito, apenas não avisam…
Sabe como é… Temos que correr atrás!
Todos nós temos ou teremos alguém nesta situação !

Aos aposentados, pensionistas, trabalhadores e contribuintes autônomos da Previdência Social

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Meu nome é Odoaldo Vasconcelos Passos, sou aposentado pela Previdência Social, Regime Geral Urbano (RGPS), tenho 70 anos de idade, moro em Belém-PA. Inconformado com o genocídio perpetrado pelo governo federal contra a nossa classe quero externar o meu mais profundo sentimento de revolta contra esse comportamento deletério de um governo que se diz popular. Somos mais de nove milhões de aposentados e pensionistas que contribuímos acima de um salário mínimo por décadas, enquanto estávamos na ativa. Somos mais de nove milhões de famílias!

Aproveito este grande veículo de comunicação, que é a internet e através do YouTube, para denunciar, com a gravidade que o fato merece que o governo federal, com a sua política previdenciária perversa, está matando a míngua os aposentados e pensionistas da Previdência Social, do Regime Urbano que recebem benefícios acima de um salário mínimo. Se assim recebem foi porque para isso contribuíram! Não nos fariam favor algum em nos pagar na justa proporção.

Desde FHC, passando por Lula e chegando a Dilma, são quinze anos de genocídio. Estão matando os “velhinhos” tirando-lhes a alegria de viver seus últimos anos com dignidade, após uma lida produtiva de 35 e até 40 anos de trabalho e de contribuição previdenciária compulsória. Estão nos tirando o direito a uma velhice condigna; estão nos tirando o que há de maior que Deus possa ter legado ao homem que é a vida em sua plena qualidade.

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Notícias da Côrte

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Um processo criminal só segue para julgamento na justiça em decorrência  da constatação de um crime que é analisado minuciosamente à luz rigorosa das leis em vigor no país e das provas materiais existentes nos autos, todas elas colhidas em juizo.

Assim sendo:

– Se o Procurador Geral da República (que na prática é  representante da população), depois de examinar as provas materiais em conformidade com as leis em vigor no país, consegue a comprovação da existência de crimes, faz a denúncia ao STF e pede a condenação dos réus …..

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