Idosos na Cadeia – Idéia Genial!

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Vamos colocar nossos IDOSOS NAS CADEIAS e os delinqüentes nas ”casas de repouso”.

Desta maneira:

  • Os idosos teriam todos os dias acesso a uma ducha, lazer, passeios.
  • Não teriam necessidade de fazer comida, fazer compras, lavar a louça, arrumar a casa, lavar roupa etc.
  • Teriam medicamentos e assistência médica regular e gratuita.
  • Estariam permanentemente acompanhados.
  • Teriam refeições quentes e a toda hora.
  • Não teriam que pagar pelo seu alojamento.
  • Teriam direito a vigilância permanente por vídeo e receberiam assistência imediata em caso de acidente ou emergência, sem qualquer pagamento.
  • Suas camas seriam mudadas duas vezes por semana e a roupa lavada e passada com regularidade.
  • Um guarda visitá-los-ia a cada 20 minutos e levar-lhes-ia a correspondência diretamente em mãos.
  • Teriam um local pra receberem a família ou outras visitas.
  • Teriam acesso a uma biblioteca, sala de exercícios e terapia física / espiritual.
  • Seriam encorajados a arranjar terapias ocupacionais adequadas, com formadores, instalações e equipamento gratuitos.
  • Ser-lhes-iam fornecidos gratuitamente roupas e produtos de higiene pessoal.
  • Teriam assistência jurídica gratuita.
  • Viveriam numa habitação privada e segura, com um pátio para convívio e exercícios.
  • Teriam acesso a leitura, computador, televisão, rádio, celulares e chamadas telefônicas na rede fixa.
  • Teriam um secretariado de apoio, e ainda, para escutar suas queixas, teriam Psicólogos, Assistentes Sociais, Políticos, Televisões, Anistia Internacional, etc.
  • O secretariado e os guardas seriam obrigados a respeitar um rigoroso código de conduta, sob pena de serem duramente penalizados.
  • Ser-lhes-iam reconhecidos todos os direitos humanos internacionalmente convencionados e subscritos.

Por outro lado, nas “atuais casas de repouso para idosos”:

  • Os delinqüentes viveriam numa pequena habitação, com obras feitas há mais de 50 anos.
  • Teriam que confeccionar a sua comida, e comê-la muitas vezes fria e fora de hora.
  • Teriam que tratar da sua roupa.
  • Viveriam sós e sem vigilância.
  • Esquecer-se-iam de comer e de tomar os medicamentos e não teriam ninguém que os ajudasse.
  • De vez em quando seriam vigarizados, assaltados ou até violados.
  • Se morressem, poderiam ficar anos, até alguém os encontrar.
  • As instituições e os políticos não lhes dariam qualquer importância ou assistência.
  • Morreriam após anos à espera de uma consulta médica ou de uma operação cirúrgica.
  • Não teriam ninguém a quem se queixar.
  • Tomariam um banho de 15 em 15 dias, sujeitando-se a não haver água quente ou a caírem na banheira velha.
  • Passariam frio no Inverno porque não teriam aquecimento.
  • O entretenimento diário consistiria em ver telenovelas.

Digam se desta forma não haveria mais justiça, pelo menos para com os idosos, e todos os contribuintes agradeceriam?

Reflitam e façam circular esta idéia….

Quem “bolou” e enviou a mensagem esqueceu:tem também o salário do preso, que seria destinado aos idosos. Aí os presos teriam que se virar com as aposentadorias…

O Assalto

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Por Luís Fernando Veríssimo

– Alô? Quem tá falando?
– Aqui é o ladrão.
– Desculpe, a telefonista deve ter se enganado, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?
– Não, os funcionário tá tudo refém.
– Há, eu entendo. Afinal, eles trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né?  Vida difícil… Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?
– Impossível. Eles tá tudo amordaçado.
– Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?
– Claro que não mermão. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar assalto!
– Bom… Sabe o que é? Eu tenho uma conta…
– Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero!
– Não, isso eu já sabia. Eu sou professor! O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.
– Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo. Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um sequestro.. Pra saber de juro é melhor tu ligá pra Brasília.
– Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia… Mas , será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.
– Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!
– Longe de mim pensar que o senhor está de brincadeira! Que é um assalto eu sei perfeitamente; ninguém no mundo cobra os juros que cobram no Brasil. Mas queria saber o número preciso: seis por cento, sete por cento?
– Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?
-Ah, já tava esperando. Você vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?
– Não… Já falei… Eu sou… Peraí bacana… Hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.
(…um minuto depois)
– Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.
– Puxa, que incrível!
– Incrive por quê? Tu achava que era menos?
– Não, achava que era mais ou menos isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, eu consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço pelo telefone em menos de meia hora e sem ouvir ‘Pour Elise’.
– Quer saber? Fui com a tua cara. Acabei de dar umas bordoadas no
gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?
– Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?
– Nadica de nada, já tá tudo acertado!
– Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa…
(de repente, ouvem-se tiros e gritos)
– Ih, sujou! Puliça!
– Polícia? Que polícia? Alô? Alô?
(sinal de ocupado…)
– Droga! Maldito Estado: quando o negócio começa a funcionar, entra o Governo e estraga tudo!

Incêndio no Prédio

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Em algum lugar neste país, um prédio de 4 andares foi totalmente destruído pelo fogo; um incêndio terrível.

Todas as pessoas das 10 famílias de Sem-teto, que haviam invadido o 1º andar, faleceram no incêndio.

No 2º andar, todos os componentes das 12 famílias de retirantes, que viviam dos proventos da “Bolsa Família”, também não escaparam.

O 3º andar era ocupado por 4 famílias de ex-guerrilheiros, todos beneficiários de ações bem sucedidas contra o Governo, filiados a um ParTido politico influente, com altos cargos em estatais e empresas governamentais, que também faleceram.

No 4º andar viviam engenheiros, professores, empresários, bancários, vendedores, trabalhadores com suas famílias. Todos escaparam.

Imediatamente o “Presidente da Nação” e toda a sua assessoria mandou instalar um inquérito para que o “Chefe do Corpo de Bombeiros” explicasse a morte somente dos cumpanheiros e porque somente os moradores do 4º andar haviam escapado.

O Chefe dos Bombeiros respondeu:

– “Eles não estavam em casa – estavam trabalhando ou na escola”